A Câmara Municipal de Águeda irá realizar a sua sétima reunião ordinária de 2025 no próximo dia 3 de abril, às 14h30, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal. A sessão, como habitual, será pública, permitindo a participação e acompanhamento direto por parte dos cidadãos.
Na agenda da reunião, constam diversos pontos de relevo para o desenvolvimento do concelho, divididos por áreas estratégicas:
Obras Municipais
Serão analisadas várias propostas de liberação total ou parcial de cauções, relacionadas com obras já executadas, como o arranjo urbanístico na Rua da Subida (Catraia de Assequins), acessos ao Parque dos Bombeiros em Agadão, e repavimentações em diversas freguesias, incluindo Valongo do Vouga, Macinhata do Vouga e Vale Domingos.
Urbanismo e Planeamento
A reunião irá também tratar de certidões de destaque de parcelas, dispensas de estacionamento com compensações monetárias e a nomeação de uma comissão de vistorias no âmbito do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação.
Cultura, Desporto e Educação
Entre as propostas, destaca-se a aprovação dos bilhetes para os espetáculos do Centro de Artes de Águeda até junho, o apoio à Orquestra Municipal de Águeda, e um acordo de cooperação para desporto adaptado. Haverá ainda um apoio financeiro ao Agrupamento de Escolas de Águeda Sul, no âmbito do Dia Aberto, a 30 de abril.
Ambiente, Proteção Civil e Saúde
Será discutida a revogação do protocolo com a Progitechroller para partilha de bicicletas elétricas e a doação de camas articuladas ao Centro Social de Agadão. A Unidade de Saúde de Barrô será também abordada para conhecimento.
Desenvolvimento Económico
No setor empresarial, será votada a ligação de linha elétrica no Parque Empresarial do Casarão e a prorrogação do prazo de entrega de propostas para o fornecimento e instalação de unidades de produção e armazenamento de energia, integradas num projeto financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A reunião contempla ainda a ratificação de isenções de taxas relativas a eventos culturais, como a Festa da Queima do Judas em Travassô.
Todas as deliberações que vierem a ser aprovadas terão impacto direto na qualidade de vida dos aguedenses e no desenvolvimento sustentável do concelho. A participação pública é, por isso, não só possível como desejável, num exercício de transparência e cidadania ativa.