Nova direção da estrutura local da Cruz Vermelha Portuguesa integra ainda Pedro de Almeida Marques, como tesoureiro, e Rita Ferreira Pinto, como vogal
António Manuel da Silva Claro já tomou posse como presidente da Delegação da Cruz Vermelha de Águeda, assumindo oficialmente a liderança da estrutura local da Cruz Vermelha Portuguesa e dando início a um novo ciclo na instituição.
A tomada de posse realizou-se nas instalações da delegação, formalizando a entrada em funções da nova equipa responsável pela gestão da Cruz Vermelha em Águeda.
Ao lado de António Claro integram a nova direção Pedro de Almeida Marques, que assume as funções de tesoureiro, e Rita Ferreira Pinto, como vogal. A equipa passa agora a ter a responsabilidade de assegurar a gestão da delegação e dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela instituição no concelho.
A nova liderança inicia funções numa estrutura com presença relevante em Águeda, nomeadamente nas áreas da emergência, do apoio social e humanitário e da proximidade às populações.
A Cruz Vermelha Portuguesa desenvolve uma missão centrada na assistência às pessoas em situação de vulnerabilidade e na intervenção perante diferentes situações de emergência, apoiando-se no trabalho de profissionais e voluntários e numa rede de estruturas locais com ligação direta às comunidades.
Para António Claro e para os restantes elementos da direção, o novo ciclo coloca como principais desafios a continuidade das respostas existentes, a organização e consolidação da estrutura local e o reforço da capacidade de intervenção da instituição no concelho.
A proximidade à comunidade aguedense será igualmente uma das dimensões relevantes desta nova etapa, tendo em conta o papel que a Delegação da Cruz Vermelha desempenha no apoio à população e na resposta a situações de emergência e vulnerabilidade social.
Com a tomada de posse de António Claro como presidente, Pedro de Almeida Marques como tesoureiro e Rita Ferreira Pinto como vogal, fica assim formalmente constituída a nova liderança da Delegação da Cruz Vermelha de Águeda.
O novo ciclo terá agora como objetivo assegurar a continuidade da missão humanitária da instituição, reforçar a capacidade de resposta local e criar condições para o desenvolvimento futuro da Delegação da Cruz Vermelha de Águeda.








