Atraiam mulheres para trabalhar em ‘bares de alterne’ com “amizades nas polícias e conhecimentos”

O Tribunal de Aveiro começou a julgar, esta terça-feira, nove arguidos (quatro homens e cinco mulheres) por crimes de lenocínio (favorecimento de prostituição), auxílio a imigração ilegal e falsificação.

Três arguidos (todas mulheres) não compareceram na primeira audiência de julgamento em que apenas dois dos acusados aceitaram prestar declarações sobre os factos que remontam a 2016, prolongando-se até 2018, ambos negando a participação nos crimes.

Segundo a acusação, os arguidos obtiveram rendimentos de mulheres que se dedicavam a prostituição em estabelecimentos de animação noturna (conhecidos como ‘bares de alterne’) por si geridos nas zonas de Lamas do Vouga (Águeda), Sangalhos (Anadia) e Santa Luzia (Coimbra), onde estavam disponíveis quartos para clientes, assim como um apartamento em Santa Maria da Feira.

Noticía do Notícias de Aveiro

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